Sem Título-1 copiar_Easy-Resize.com
em diálogo com

O CAU/SP buscou projetos desenvolvidos por arquitetos no estado, alinhados com os eixos temáticos da UIA 2021: DIVERSIDADE E MISTURA: MUDANÇAS E EMERGÊNCIAS; TRANSITORIEDADES E FLUXOS; FRAGILIDADES E DESIGUALDADES.

Slide
em diálogo com

O CAU/SP buscou projetos desenvolvidos por arquitetos no estado, alinhados com os eixos temáticos da UIA 2021: DIVERSIDADE E MISTURA: MUDANÇAS E EMERGÊNCIAS; TRANSITORIEDADES E FLUXOS; FRAGILIDADES E DESIGUALDADES.

Assista ao vídeo destaque do evento

Reproduzir vídeo

CAU/ SP em diálogo com UIA: Território Paulista

Como os eixos debatidos no Congresso se aplicam em projetos feitos por arquitetos em território paulista? Acompanhe o ciclo de debates.

Programação:

CAU/ SP em diálogo com UIA 2021

CAU/SP organizou uma série de apresentações em vídeo sobre exercício profissional em Arquitetura e Urbanismo considerando os eixos temáticos do Congresso Internacional UIA2021Rio: fragilidades e desigualdades, diversidade e mistura, mudanças e emergências, transitoriedades e fluxos, e ‘todos mundos, um só mundo’. Confira!

UIA2021RIO em Diálogo com o Território Paulista (29/07)

O CAU/SP realizará o evento “UIA2021Rio em diálogo com o Território Paulista”, com a apresentação de uma série de projetos que concretizam os grandes temas do 27º Congresso Mundial de Arquitetos.

UIA2021RIO em Diálogo com o Território Paulista (28/07)

UIA2021RIO em Diálogo com o Território Paulista (27/07)

Projetos

Projetos em Destaque

Projetos mapeados em destaque para o ciclo de debates.
11
Diversidade e mistura (9)Diversidade e mistura (9)
33
44
55
66
77
88
99
1010
1111
1212
1313
Diversidade e mistura (10)Diversidade e mistura (10)
1515

Projetos Mapeados

Projetos mapeados pelo território paulista.

Plano de Regularização Fundiária em Santa Isabel

Regional: Mogi das Cruzes

Em qual eixo o projeto se insere: FRAGILIDADES E DESIGUALDADES

Município no qual se insere: Santa Isabel

Autores: Arquiteta e Urbanista Priscila Borsos e equipe

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: A Região do Alto Tietê exibe uma característica ambiental considerável e se destaca por ser tão próxima a capital paulista e ao mesmo tempo preservar grande área verde e de mananciais. Para a população de baixa renda é muito comum viverem em condições de precariedade e sem acesso à infraestrutura ou segurança legal e as moradias em áreas protegidas acabam sendo recorrentes. Assim, a partir do engajamento da Arquiteta Priscila Borsos e equipe, Santa Isabel tornou realidade o projeto de regularização fundiária que atingiu cerca de 2000 famílias nos dois anos.

O projeto se desenvolveu a partir da estrutura pública junto com a organização das famílias em associações e o cartório de registro de imóveis. Foi a junção destes agentes que proporcionou que o projeto tivesse êxito.

A partir da Lei Federal 13465/2017, o município estabeleceu um conjunto de normas técnicas e jurídicas para garantir o desenvolvimento de ações de regularização fundiária que resultou na possibilidade de legitimar a posse e a regularização jurídica e edilícia dos imóveis.

A escolha dos núcleos para o processo de regularização fundiária se deu a partir da identificação das áreas sensíveis juridicamente pelo setor técnico da Prefeitura de Santa Isabel que em parceria com as famílias diretamente envolvidas estabeleceram as regras de atuação para o projeto de regularização fundiária, amparados pela legislação federal, e as competências de cada agente envolvido. Desta forma, estabeleceu-se uma parceria entre as partes diretamente envolvida de forma a efetivar a regularização até a entrega das matrículas individualizadas por lote para cada família.

Atualmente a Prefeitura de Santa Isabel 17 núcleos regularizados pela Lei Federal 13465/2017 com matrículas individualizadas, 6 núcleos em cumprimento de exigências junto ao cartório de imóveis e 45 núcleos em análise pelo setor técnico da Secretaria de Planejamento, Obras, Urbanismo e Habitação de Santa Isabel.

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/1u4KzRkGctyZJBUvBOJulqphkjOtX_6QG?usp=sharing

Mãos e Coração para Mudar Meu Caminho

Regional: Campinas

Em qual eixo o projeto se insere: FRAGILIDADES E DESIGUALDADES

Município no qual se insere: Campinas

Autores: Murcia Maria Costa Pereira

Links adicionais: https://instagram.com/maosecoracao.athis?utm_medium=copy_link

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: O projeto “Mãos e Coração para Mudar Meu Caminho” foi contemplado pela Chamada Pública do CAU/SP (Termo de Fomento 001/2021).

Foram selecionados e contratados 31 arquitetos que estão realizando, sob a a perspectiva das aproximadamente 80 crianças que frequentam a OSC Espaço Infantil Corrente do Bem (localizada na entrada do Núcleo Residencial Vila Brandina) e suas famílias, projetos de Assistência Técnica de Habitação de Interesse Social (ATHIS) para melhorias em suas casas, garantindo mais qualidade de vida.

Foi realizada pesquisa “in loco”  sendo confeccionado o “Meu Livrinho da Covid”, com ajuda das lideranças da comunidade e dos profissionais de Arquitetura, para atuar nas “Oficinas de Construção da Ideia”. Após este diagnóstico de como vivem as famílias na “era Covid”, o que mudou em termos de hábitos e o que esperam de melhoria em suas moradias, as famílias envolvidas vêm aos poucos recebendo orientação e um projeto completo que contempla o que mais sonham em seus lares…e muito mais, aquilo que um arquiteto (a) pode oferecer, trazendo a consciência dos temas de Arquitetura e Urbanismo para transformar sonhos em possibilidades reais.

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/1XJxoG_kZoC_ZWuZly6Uk_AUF70_exKmE?usp=sharing

Habitar o Rural - Habitação de Interesse Social e Autoconstrução no Pontal do Paranapanema

Regional: Presidente Prudente

Em qual eixo o projeto se insere: FRAGILIDADES E DESIGUALDADES

Município no qual se insere: Mirante do Paranapanema / SP

Autores: Dambrenio Odacir Boró

Links adicionais: https://drive.google.com/drive/folders/10AzAHsRtw_XgqJ3y53UaDwUMOsvUE_NL?usp=sharing

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: O presente projeto propõe um conjunto de Habitações de Interesse Social para os assentamentos Arco-íris, Haroldina e São Bento, localizados no município de Mirante do Paranapanema, Estado de São Paulo. Para tanto, foi necessária uma análise das relações históricas impostas ao Pontal do Paranapanema, região do Oeste Paulista, marcada por intensos conflitos fundiários, que apresenta grande concentração de Assentamentos de Reforma Agrária. Considerando esse Panorama, projetou-se uma habitação evolutiva, coesa e coerente com a paisagem local, capaz de refletir as necessidades dessa população específica, absorvendo características locais como: cultura construtiva, disponibilidade de materiais e as diferentes relações espaciais que se dão entre os habitantes e o espaço, privilegiando a varanda e a cozinha, em detrimento aos outros espaços. A proposta contempla, ainda, a autoconstrução como forma de organização do trabalho para poder concretizar a habitação, possuindo um manual de construção que transmite conhecimentos entre arquiteto e habitantes.

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/1hR7RKSOYV9tha-mCwrJb-0wZzrxo334s?usp=sharing

Melhorias Habitacionais – Nova Iguassú - Diadema

Regional: ABC

Em qual eixo o projeto se insere: FRAGILIDADES E DESIGUALDADES

Município no qual se insere: Diadema

Autores: Arq. Cláudia Bastos Coelho e Eng. Luís Armando Loures Vieira.  Colaboradora: Jamille Nascimento (estagiária de arquitetura); Fiscalização da Obra: Eng. Rafael Sigrist Martins

Links adicionais: http://www.sisgeenco.com.br/sistema/urbfavelas/anais2018a/ARQUIVOS/GT5-406-212-20180820210650.pdf

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: O núcleo Nova Iguassú surgiu a partir de um loteamento irregular constituído na região sul do município de Diadema, em área de manancial da represa Billings. Em 2007, o assentamento foi contemplado com um projeto de urbanização integrada, através de contrato do PAC-UAP (Programa de Aceleração de Crescimento – Urbanização de Assentamentos Precários). Dentro deste contexto, em complementação às obras de provisão habitacional e implantação de infraestrutura, se insere o projeto de Melhorias Habitacionais na área.

Com a urbanização, consolidaram-se no local cerca de 60 unidades autoconstruídas. Destas, seguindo critérios de precariedade da construção e de tempo de moradia na área, foram selecionadas 18 famílias que receberam intervenções de Melhorias Habitacionais. Os projetos de reforma foram realizados de forma individualizada para cada uma das 18 unidades, considerando as necessidades das famílias e a melhoria das condições de habitabilidade. Dentre as melhorias executadas estão a redistribuição dos ambientes, reforços estruturais, coberturas, impermeabilizações, instalações de caixas d´água, reparos nas redes elétricas e hidráulicas, revestimentos externos e de áreas molhadas. As obras ocorreram entre 2018 e 2020.

O projeto de Melhorias Habitacionais do núcleo Nova Iguassú resulta de um projeto mais amplo em que a prefeitura de Diadema vem trabalhando desde 2006, com foco na reforma de moradias em favelas urbanizadas. A proposta parte do reconhecimento de que apesar das melhorias de qualidade de vida obtidas com as ações de urbanização de favelas e dos instrumentos de garantia de posse da terra, ainda há muitas precariedades relacionadas às unidades habitacionais autoconstruídas – com impactos diretos na saúde da população – sendo necessário o apoio do poder público para solucioná-las. O projeto mostra que é possível, com a devida assistência técnica, reformar unidades autoconstruídas, aproveitando o estoque habitacional existente e respeitando os investimentos feitos pela população em suas moradias, representando ainda uma alternativa às políticas hegemônicas de construção de novas unidades habitacionais.

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/1V–dxRKL58LvJtM84qVbg9lJuV1Lk5-Y?usp=sharing

Concurso Renovação do Parque Tecnológico de Sorocaba

Regional: Sorocaba

Em qual eixo o projeto se insere: TRANSITORIEDADES E FLUXOS

Município no qual se insere: Sorocaba

Autores: Diandra Rodrigues Franco e José Miguel Hidalgo Moreno Molina

Links adicionais: https://www.natoestudio.com/

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: O projeto para a Renovação do Parque Tecnológico de Sorocaba foi o primeiro concurso que o escritório participou, e com ele ganhamos o primeiro prêmio. Localizado ao norte da cidade, fora da mancha urbana, o edifício tem sua esplanada de acesso plana e árida, sem espaços de permanência e contemplação. A partir da análise dos fluxos e circulações, definimos três cotas que permitem usos diferentes, sendo toda a circulação na cota 0.00m e os espaços de permanência nas cotas -0.50m e +0.50m, criando pequenas praças rebaixadas e elevadas. Partindo do princípio de que o Parque é uma incubadora de ideias e inovações,  nossa proposta parte da premissa que o projeto precisa se comunicar com o público e interagir com aqueles que o frequentam. Considerando que a tecnologia facilita e acelera esse processo de interação, a ideia é que o edifício deixe de ser apenas reativo e comece a dialogar com o meio. Assim, visando a integração do exterior com o interior, o piso da praça se estende para dentro do hall do edifício e feixes de luz acompanham esse movimento, oscilando sua intensidade de acordo com o fluxo dos pedestres.

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/1UQKCEb7I90jkqchA8SZK0bb0PuNaRTM3?usp=sharing

Pavilhão Cultural Temporário

Regional: Sorocaba

Em qual eixo o projeto se insere: TRANSITORIEDADES E FLUXOS

Município no qual se insere: Sorocaba

Autores: Julia Mira dos Santos

Links adicionais: http://uniso.br/graduacao/curso/apresentacao/9

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: A aluna desenvolveu uma proposta inovadora instalação de um parque no centro de Sorocaba-SP e de um pavilhão expositivo temporário, fazendo ampla pesquisa de métodos apropriados para manutenção correta de uma APP e de técnicas construtivas adequadas à transitoriedade do edifício.
O projeto propõe a implantação de um parque permanente em área de fragilidade ambiental, objetivando a conservação da APP do córrego Supiriri (antigo manancial da cidade), promovendo soluções de drenagem sustentável que possam compensar o subdimensionamento das galerias de canalização que constantemente alagam a região. Os principais eixos orientadores do projeto foram as condições ambientais e topográficas. Dentre as soluções adotadas para a preservação ambiental da área estão os jardins de chuva, que atuam como um sistema sustentável de drenagem no parque, o uso de gabião como contenção e o ajuste dos espaços de circulação às curvas de nível da área. O sistema de andaimes do pavilhão, que facilmente se adapta às condições climáticas e geográficas de onde se instala, se apropria de elementos cotidianos para facilitar a compreensão do sistema construtivo.
A escolha de uma área urbana com córrego canalizado para requalificação do espaço público e inserção do pavilhão garante novas áreas de convívio e acesso à cultura para a população, e é um excelente convite a todos os públicos. A proposta também apresenta complexidade, indo da escala do parque até chegar ao detalhamento estrutural do edifício.

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/1tf0aIevu8VlInjbzd1vQ4M-iAaxwmGeF?usp=sharing

Estratégias Expansivas

Regional: Ribeirão Preto

Em qual eixo o projeto se insere: TRANSITORIEDADES E FLUXOS

Município no qual se insere: Ribeirão Preto

Autores: Camila Gomes Pepi Paulucci

Links adicionais: https://issuu.com/camilapauluccigomes/docs/trabalhofinalcamilapaulucci_

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: Subeixo “A arquitetura e o urbanismo diante do transitório”.

“Com o entendimento dos problemas sociais contemporâneos e suas reverberações na cidade e nos espaços de arte, através desse trabalho, busca-se a aproximação entre os campos da arte e arquitetura, por meio de equipamentos que tratem propostas expansivas do espaço institucional e museológico em direção aos usuários urbanos, possuindo programas educativos voltados à arte contemporânea, incluindo oficinas e palestras” (PAULUCCI, 2019).

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/1W7FWYGkioGyN8eQRCFOKUNviBp9Bkzkf?usp=sharing

CHE - Cápsula Hospitalar Emergencial

Regional: Campinas

Em qual eixo o projeto se insere: TRANSITORIEDADES E FLUXOS

Município no qual se insere: Campinas

Autores: Anna Paula Francischinelli

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: Trata-se de uma estrutura compacta, de fácil mobilidade e montagem de uma cápsula hospitalar emergencial. Cada módulo tem sua finalidade específica no programa arquitetônico podendo ou não ser conectada a outros módulos, oferecendo flexibilidade e autonomia para atender pessoas de qualquer idade, nacionalidade e classe econômica, garantindo segurança, rapidez, conforto, acessibilidade e, acima de tudo, o direito à vida.
O projeto visa apresentar uma solução para situações emergenciais, similares aos dias de hoje onde enfrentamos uma pandemia mundial, em que os hospitais estão utilizando sua capacidade máxima de pacientes, necessitando de uma alternativa rápida e eficiente para atender o maior número de pacientes possível.

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/1_MlwA-ac-7oxNZQQ00gqFwfbKGFLrHU8?usp=sharing

Parque Urbano Municipal de Araçatuba

Regional: São José do Rio Preto

Em qual eixo o projeto se insere: MUDANÇAS E EMERGÊNCIAS

Município no qual se insere: Araçatuba

Autores: Ana Paula Cabral Sader, Márcio Fernando Gomes Gabriel Farid Redondo; Eloisa Bazzo; Gustavo Santana; Fernando Liberatore; Jucielen Possebon; Lucas Milani ; Marina Ferrari de Carvalho ; Marcela Marchesi; Taísa Camata.

Links adicionais: Link Escritório Modelo: http://www.unitoledo.br/intercambio/escritorio-modelo/

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: O Projeto de extensão foi  desenvolvido no Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário Toledo, a partir de solicitação da Prefeitura Municipal de Araçatuba.

A orientação foi da Professora Ana Paula Cabral Sader.  O Professor Márcio Fernando Gomes ajudou no levantamento inicial das árvores existentes, fazendo o sensoriamento remoto com os alunos.

O projeto do Parque Urbano Municipal de Araçatuba insere-se no eixo temático “Mudanças e Emergências” pois trata, entre outros aspectos, da mudança de uso de um local existente na cidade de Araçatuba.

O projeto parte da revalorização e transformação de um espaço degradado, com um uso inadequado – um antigo zoológico – , a fim de possibilitar uma utilização mais alinhada à sociedade contemporânea e às questões ambientais. Através de um CRAS (Centro de Recuperação de Animais Silvestres) ele alojaria animais apreendidos, vítimas de tráfico, ou expulsos de seu ambiente natural, devido ao desmatamento. Após seu restabelecimento, os animais seriam devolvidos a seu ambiente natural.

O projeto traz, ainda, à população, a possibilidade de desenvolver atividades esportivas e de lazer, por se tratar de um parque. Existe, mesmo, uma dimensão educativa, por conta do CRAS e da presença de crianças, no parque.

Além disso, a elaboração do projeto envolve uma parceria entre a universidade e a sociedade, ao mesmo tempo em que propicia uma experiência profissional aos alunos.

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/180KsMx9ZzcSB55jQ8_sJay71Ma5EhdGa?usp=sharing

Casa 63

Regional: São José dos Campos

Em qual eixo o projeto se insere: MUDANÇAS E EMERGÊNCIAS

Município no qual se insere: São José dos Campos

Autores: Sonne Müller Arquiteto + Civitas

Links adicionais: https://www.archdaily.com.br/br/01-185586/casa-63-slash-sonne-muller-arquiteto-plus-civitas?ad_medium=office-landing&ad_name=featured-image

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: A residência é organizada por meio de 6 módulos de estrutura metálica em dois pavimentos. O lote, com 470 m², comporta o programa da casa e os moradores, que além do térreo com deck e gramado utilizam a cobertura como lazer.
O diálogo entre materiais rústicos — como o tijolo e a madeira — com materiais mais frios — como a estrutura metálica e o vidro — constrói o espaço com aparência industrial. As lajes “steel deck” permanecem aparentes, assim como as instalações elétricas e hidráulicas.
Com ventilação cruzada permanente e “efeito chaminé” através das janelas e pé direito duplo, o ambiente é confortável para a permanência nas altas temperaturas. Todos os ambientes têm ventilação para o exterior através de grandes portas e venezianas que podem ser inteiramente abertas.
O espaço social da casa fica no pavimento térreo, com sala, cozinha e varanda, totalmente integrado quando as portas de vidro deslizantes são abertas. No segundo pavimento, o piso de madeira acrescenta conforto e requinte ao morador, que conta com três suítes, sala íntima e varanda de acesso ao “rooftop”.
A ideia de pintar a escada de amarelo é aguçar a curiosidade do visitante, que acessa através de uma passarela metálica. Subindo na cobertura da casa, cercada por guarda-corpos metálicos, há um deck de madeira, uma área verde e uma horta particular. Além de abrigar as placas de aquecimento de água, sistema de reaproveitamento da água de chuva e sistema de geração de energia solar, capaz de gerar 200 kwh/mês, o suficiente para atender os moradores da casa.

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/1D4bQxv-oA8XfvwroE6g7BGbQqxOt5Aie?usp=sharing

UNIDADE DE PRONTO ATENDIMENTO EM SANTOS – UPA LESTE

Regional: Santos

Em qual eixo o projeto se insere: MUDANÇAS E EMERGÊNCIAS

Município no qual se insere: Santos

Autores: CHRISTIANE COSTA FERREIRA, DHIEGO TORRANO, MILENA DOS SANTOS, RAFAEL PEREIRA E JOSÉ MARIA DE MACEDO FILHO

Links adicionais: https://www.costaemacedo.com.br/projeto/upa-leste/

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: Localizada na Praça Visconde de Ouro Preto, a UPA Leste – Unidade de Pronto Atendimento da Zona Leste de Santos – é a maior da cidade com aproximadamente 3.000,00 m² e nível de complexidade III. Com dois pavimentos e um subsolo para estacionamento de veículos, a estrutura dispõe de  25 leitos de observação e tem capacidade de atendimento médio de 400 pacientes por dia, considerando uma população de 200 mil a 300 mil habitantes na sua área de abrangência. Funciona 24 horas por dia, sete dias por semana tem o poder de resolver grande parte das urgências e emergências, como pressão e febre alta, fraturas, cortes, infarto e derrame, diminuindo o fluxo de atendimento nos prontos-socorros dos hospitais do município. Sua estrutura é enxuta, porém muito eficiente, conta com salas de raio-X, eletrocardiografia, pediatria, odontologia, laboratório de exames, etc.

No que diz respeito às suas relações com a cidade, a Praça Visconde de Ouro Preto também abriga a Escola Estadual Suetônio Bittencourt, um importante exemplar da arquitetura modernista dos grupos escolares de São Paulo da década de 1960. Projetada pelo arquiteto João Clodomiro de Abreu em 1965, ostenta uma pintura mural de Mario Gruber, foi publicada na Revista Acrópole nº 316 de abril de 1965. Nesse sentido, a estratégia para a implantação da UPA Leste considerou a importância histórica do edifício escolar e, para mediar os usos conflitantes dos dois equipamentos, foi proposta uma praça pública entre eles que, protegida da avenida de maior fluxo, resguarda a entrada da escola sem prejudicar a eficiência de atendimento das emergências da UPA.

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/1dGuya2rr8pIroqa2YSQgu1nrudxlZVd4?usp=sharing

Memorial e Centro de Pesquisa da Cultura e Diversidade Sexual e de Gênero

Regional: Bauru

Em qual eixo o projeto se insere: DIVERSIDADE E MISTURA

Município no qual se insere: Bauru

Autores: Renan Araújo de Carvalho

Links adicionais: https://issuu.com/renan.a.carvalho/docs/portfolio.2021.2

https://www.archdaily.com.br/br/952276/os-melhores-trabalhos-de-conclusao-de-curso-em-2020

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: Premiado pelo Archdaily como um dos 40 melhores trabalhos de graduação de 2020, entre 430 inscritos de países de língua portuguesa. A seguir, a descrição do autor sobre o projeto:

A atual desvalorização das distintas identidades sexuais e de seu patrimônio cultural foram fatores que levaram à esta pesquisa que demonstrou, em âmbito local, nacional e internacional, os excludentes processos que resumiram as minorias sexuais à ocupação das mazelas dos espaços públicos e sua árdua trajetória na conquista de seu direito à expressão, à cidade e aos espaços dignos. Desse modo, em um parque símbolo da cidade de Bauru – interior do estado de São Paulo – o edifício trans(a)parente emerge e complementa a história de um projeto paisagístico e urbano incompleto, que originalmente visava a existência de um teatro coberto no local onde foi planejado este ensaio.

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/1PSjv-f6XrFrVxkZQn4-jtl_7srPxopHp?usp=sharing

Skate Park Suzano

Regional: Mogi das Cruzes

Em qual eixo o projeto se insere: DIVERSIDADE E MISTURA

Município no qual se insere: Suzano

Autores: Projeto de Revitalização – Arquiteta Rosely Seno; Projeto Executivo – Breza Arquitetura

Autores: Arquiteto e Urbanista Ricardo Hatiw Lú

Links adicionais: https://www.youtube.com/watch?v=4OtwkoEZJvU
https://www.youtube.com/watch?v=DLpHhJJ5ZhE
https://www.youtube.com/watch?v=Sywujt1Aj7s
https://www.youtube.com/watch?v=qRR8YyItG7M

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: O skate, que até bem pouco tempo atrás era considerado um esporte marginalizado, recentemente passou a ser uma das modalidades mais praticadas no mundo, sendo alçado a Esporte Olímpico.
Em Suzano que já foi conhecida pela equipe de vôlei, não foi diferente e hoje também se consolida como uma das cidades que mais incentivam e proporcionam essa prática, através dos espaços, da forte associação, e dos campeonatos frequentes.
O projeto da pista de “SK8” nasceu de uma concepção participativa, uma reivindicação legítima dos skatistas locais, através de sua associação, e em parceria com a prefeitura, através da Diretoria de Projetos e seu arquiteto skatista. Continuou na articulação política, na busca por agentes políticos que viabilizassem este sonho e se estendeu nos diversos e-mails dos praticantes ao Ministério dos Esportes para liberação de recursos.
A concepção inicial partiu do pressuposto e compreensão que todo projeto deve ter um momento de escuta a todos, pois se torna mais assertivo e gera maior nível de engajamento, traduzindo-se em respeito aos anseios, respeito às escolhas e em croquis desenhados a várias mãos.
Como conceito, o projeto foi desenvolvido pensando nas múltiplas possibilidades de utilização do equipamento, da diversão ao do aprendizado, do desenvolvimento de atletas a sede de campeonatos, e assim observando todos os públicos, do iniciante ao profissional. O partido previu três principais setores distintos que se conectam, o primeiro um bowl com forma orgânica e variação de alturas, espaço este que “imita” as antigas piscinas ovais, o segundo uma área que simula as pistas da Street League, principal campeonato mundial, no qual competem os principais atletas do skate e outro conhecido como “Plaza”, espaço fluido com obstáculos livres e grandes áreas de piso que simulam uma rua.
Desde sua inauguração, já ocorreram campeonatos que garantiram vagas a etapas internacionais, eventos que arrecadaram donativos para ações sociais, treino de equipes olímpicas, (inclusive de outro pais), além do skate for ”fun”. Mas a pista não se encerra nos seus limites e obstáculos, nem mesmo em seus praticantes, ela foi indutora de uma transformação em uma parcela significativa de jovens, que ganharam um local de identidade, manifestação social e movimento cultural.
Se os skatistas por um lado são “enquadrados” no movimento da contracultura, porque procuram se libertar das convenções, por outro eles tem assumido papel essencial na dinâmica urbana, através das artes gerais, e principalmente das ações sociais e cuidado com o outro e a coisa pública.
Em Suzano, os skatistas têm se reunido para cuidar de praças “skataveis”, garantido o esporte em regiões distantes, se organizado promovendo campanhas de doação de alimentos neste momento de pandemia, fazendo trabalho com crianças atrelados a educação, dentre outros, o que os tornam também exemplos e ídolos das gerações mais novas.
Neste sentido, a pista de skate que nasceu com o propósito de propiciar o esporte, denotou na ideia de que ao se criar bons equipamentos públicos e ou espaços urbanos justos que valorizem e respeitem a diversidade, é uma forma de dar protagonismo as pessoas.

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/1p_4a5ecIz1ZvYyDwsmojNpJ4H17KOZjr?usp=sharing

Aldeia Guyrapa-JU – Terra Indígena Tenondé Porã. Ações multidimensionais de extensão para troca de saberes. São Bernardo do Campo, Escritório Modelo ARA - USCS

Regional: ABC

Em qual eixo o projeto se insere: DIVERSIDADE E MISTURA

Município no qual se insere: São Bernardo do Campo

Autores: Profº Esp. Edmilson Gonçalves dos Santos, Profº. Me. Luis Felipe Xavier e Profa. Esp. Marta Ângela Marcondes   Coletivo de alunos do Escritório Modelo ARÁ: Fabiana Linchin, Gabriela Moura, Natalia Stellari, Camila Ramos e Miguel Zerbinatti  Coordenação do Curso: Profº. Dr. Enio Moro Junior

Links adicionais: https://tenondepora.org.br/aldeias/tekoa-guyrapaju/  –  https://www.reporterdiario.com.br/noticia/2754732/estudantes-auxiliam-comunidade-indigena/  –  SANTOS, E. G.; XAVIER, L. F.; MARCONDES, M. A. ALDEIA GUYRAPA-JU – TERRA INDÍGENA TENONDÉ PORÃ AÇÕES MULTIDIMENSIONAIS ENTRE ÁREAS DE CONHECIMENTO DISTINTAS PARA APRENDIZADO E TROCA DE SABERES. NOTA TÉCNICA N° 18 – 11ª Carta de Conjuntura – Nº 11 – fevereiro/ 2020. São Caetano do Sul: OBSERVATÓRIO DE POLÍTICAS PÚBLICAS, EMPREENDEDORISMO E CONJUNTURA DA USCS Sob, 2020.  Disponível em < https://www.uscs.edu.br/boletim/277  (Acesso em 14/06/2021).

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: O projeto visa trazer para discussão as condições da situação vulnerável dos povos originários no Brasil, sobretudo na insegurança jurídica, ausência de políticas públicas e de serviços públicos que se impõe às territorialidades indígenas, espaços riquíssimos de preservação dos saberes, da memória, da cultura, das nossas identidades, do manejo socioambiental, do plantio em sistemas agroflorestais, da preservação de banco de sementes, do cuidado com a terra, e com o bioma em que eles se encontram, haja vista que onde tem indígena, tem floresta, tem água, tem vida.
Através de um trabalho de Extensão Universitária realizado no Escritório Modelo da Universidade São Caetano do Sul, realizamos uma ação de projeto dialogada com os indígenas da Aldeia Guyrapa-ju, situada na Terra Inígena Tenondé-Porã, em São Bernardo do Campo – São Paulo.
O grande que afeta essa população da aldeia Guyrapa-ju é a questão da alteridade, que por conta do etnocentrismo radical, gera um preconceito muito grande, afastando assim o povo Guarani do convívio com juruá (não Indígena), ou muitas das vezes o aculturamento que interfere no modo de vida dos grupos sociais, causando um impacto social e étnico, casualidade que se apresenta como um contexto da diversidade humana ocasionado pela arte da historiografia.
A Cultura Guarani é baseada na espiritualidade, descrita com Nhandereko, que para o povo Mbya é mais do que cultura é o modo de ser, de viver e como se enxerga o mundo. A mais importante paisagem vernácula dentro de uma aldeia é a Casa de Reza (Opy), construída de taipa, é símbolo de tradição e espiritualidade ancestral do povo Mbya. A terra tem grande importância, pois ela é fruto da vida e de tudo que se constrói entro de uma aldeia.
A partir do diálogo com os moradores da aldeia levantamos suas necessidades e expectativas em três espaços (Casa de Reza, Escola e Centro Cultural) que podem melhor as condições de uso do local, para manutenção de sua territorialidade, saberes e ancestralidade.
O projeto para a Opy, na técnica de taipa de mão, para reforçar as questões da ancestralidade.
Procuramos pensar e conceber a Escola, que fortaleça as identidades e as relações de reciprocidade existentes na aldeia, para auxiliar no reconhecimento que darão segurança jurídica à ocupação territorial, que se constitui em várias etapas (autodeclaração, autodefinição, certificação, publicação e registro), facilitando o acesso às políticas públicas adequadas à situação Guarani, para manutenção  e  preservação dos biomas, da memória coletiva e da cultura, a partir da identidade Guarani.
O terceiro local de projeto é o “Centro Cultural”, uma obra nova em uma localização mais próxima do centro da aldeia, em uma clareira natural, onde é possível ocorrer atividades da aldeia bem como receber visitantes para mostrar os produtos de seu artesanato – feitos com madeira, bambú e taquara. Foi feito o reconhecimento do local que pode ser acessado por três trilhas. Este espaço está sendo concebido na técnica do bambu, por amarração na técnica de estruturas recíprocas, para que a Aldeia decida qual estética melhor se adequa a suas expectativas.

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/1a_Kj4VGFOrto8pTXgYqIOgWVrVQSOCwn?usp=sharing

Projeto de Reforma e Restauro do Mercado Municipal de São José do Rio Preto

Regional: São José do Rio Preto

Em qual eixo o projeto se insere: DIVERSIDADE E MISTURA

Município no qual se insere: São José do Rio Preto

Autores: Projeto de Revitalização – Arquiteta Rosely Seno; Projeto Executivo – Breza Arquitetura

Links adicionais: https://www.riopreto.sp.gov.br/prefeitura-da-ordem-de-servico-para-inicio-da-reforma-do-mercadao/; Documento Rio Preto – Mercado Municipal (TV Câmara São José do Rio Preto: documentário de 2006 produzido pela TV Câmara sobre Mercado Municipal de Rio Preto ). Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=0IM5gAo-XDc, acesso em 14 de junho de 2021.

Breve descrição e/ou justificativa para indicação do projeto: A relevância de se discutir um projeto como o do Mercado Municipal de São José do Rio Preto está, principalmente, na sua presença na vida cotidiana da cidade: um local para compras, para refeições, ponto de encontro, passagem coberta e protegida do sol e da chuva.
O Mercadão, como é chamado, com 2.429m2 de área construída, é conhecido pela qualidade de seus produtos e também pelas pastelarias que funcionam junto aos acessos. Foi inaugurado em 1944 em estilo Art Déco – encontrado em outros edifícios do centro de Rio Preto -, tendo sido tombado pelo Comdephact – Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Cultural e Turístico.
A reforma, que está em sua fase final, está restaurando as características originais do prédio, mas modernizando-o, em relação a questões técnicas – como a laje técnica que foi construída e o equipamento de combate a incêndios– e de acessibilidade. Essa reforma faz parte do projeto de revitalização do centro de São José do Rio Preto, que inclui a Estação Ferroviária.

Link aberto para imagens do projeto: https://drive.google.com/drive/folders/1YksinNYAUJGyiZ4qvPf7J1EibWeC8nSU?usp=sharing